Tua de corpo e alma amormeu
Suavemente, com a boca colada ao pescoço e aos seios, ele fazia-a viajar numa onda de prazer. As mãos ágeis dele libertavam-na da roupa. Suaves, os seus lábios tocaram nela, abrindo-lhe sensações de prazer nunca exploradas. As mãos firmes dele seguravam-lhe os seios e a lingua abria praias, mares, oceanos de prazer. Ele deitou-se ao seu lado e o seu torso nu encostou-se a ela, enquanto os sexos se misturavam e navegavam ao ritmo do vento dos corpos, numa onda frenética de paixão, loucura e êxtase. Louca de prazer, ela entregava-se toda ao corpo dele, mas o prazer dominava-a : nunca chegava, ela queria sempre mais, procurava sempre mais aquele prazer louco e intenso como nunca tinha sentido até aí. A mistura dos corpos, das bocas, das pernas misturadas, trazia-lhes o imenso e infinito prazer. Deitaram-se na cama e de lado, com as bocas misturadas, eles eram um só, com a força e um ritmo louco, diferente, sem pausas. Abraçados pela paixão chegaram ao infinito prazer. A manhã foi passada numa profusão incalculável de sensações e excitação. Os amantes queria entregar-se cada vez mais e oferecer-se mais prazer, mais loucura, mais êxtase.
A certa altura, quando não lhes era fisicamente possivel oferecer mais, quedaram-se nus em cima dos lençois da cama e conversaram sobre as possibilidades de um dia estarem para sempre juntos…


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